domingo, 28 de junho de 2009
Pergunta não resolvida
Se um evangélico chegar a presidência da republica, qual a fronteira mais próxima para outro país?
Igual aquele “Garotinho” que disse que a evolução é só uma teoria, e ladrão..
Parece que este povinho pensa que todos nós somos idiotas. Falou que é evangélico pode ficar com o pé atrás, esse povo não vale nada.
Vou mandar ele pular de um prédio pra ver como a teoria da gravidade está errada.
Afinal, é só uma teoria né?
Igual aquele “Garotinho” que disse que a evolução é só uma teoria, e ladrão..
Parece que este povinho pensa que todos nós somos idiotas. Falou que é evangélico pode ficar com o pé atrás, esse povo não vale nada.
Vou mandar ele pular de um prédio pra ver como a teoria da gravidade está errada.
Afinal, é só uma teoria né?
A história desses rappers começa no ano de 1994, na 1a Igreja Batista de Vila da Penha: três irmãos se organizaram para fazer do rap o veículo de conscientização aos jovens infratores do Instituto Padre Severino, no bairro de Quintino (zona norte). Associados à extinta ATCON (Associação Atitude Consciente), entidade responsável por amparar os artistas do hip-hop carioca, eles foram identificados como os precursores do estilo gospel no Rio de Janeiro. Muitas foram as modificações internas ao longo desses 10 anos de existência, fato que resultou a formação final nas pessoas de “OSK” e “DJ W”. Juntos, eles formam o grupo “REP” (Radicalizando – Evangelizando – Politizando). Respeitados tanto no meio gospel, quanto secular, o REP aposta no sucesso do single “Mão Pra Cima” enquanto não conclui a produção do álbum independente “Proceder”. Conheça agora o depoimento contundente de quem faz jus ao pioneirismo do rap gospel carioca...
TR.
Portal Campo Grande- Como foi o seu primeiro contato com o rap?
OSK- Conheci o rap através de uma tia que retornava dos E.U.A e trouxe vários CDs do gênero, inclusive os pioneiros do gênero no Gospel: DC Talk e D.O.C. Mais tarde conhecendo TR e o Frio Bira, é que vim entender o sentido do rap, conhecer a cultura hip-hop e me aprofundar de verdade.
PCG- O REP veio de uma época em que muitas igrejas abominavam o desconhecido. Pelo fato de vocês serem os pioneiros do estilo gospel no Rio, houve em algum momento algum empecilho por parte de seu pastor no desenvolvimento do seu trabalho?
OSK- Houve e muito. Pra você ter uma idéia eu nunca me apresentei na igreja que éramos membros quando começamos. Mas graças a Deus fomos muito ajudados por um dos pastores da Igreja, o Pastor Selmo Reis, carinhosamente chamado por nós como "Pastor Black". Já passamos por situações de pedirem para não cantarmos mais porque não estava agradando, ou o pastor local ironizar o que fazíamos ao invés de nos apoiar. Passamos por muitas coisas, mas com apoio de Deus e muita oração superamos essas dificuldades.
PCG- E hoje, como está essa relação das igrejas cariocas com os grupos de rap?
OSK- Há uma parcela tradicional que ainda torce o nariz. Pode-se dizer que 70 % das igrejas aceitam o rap como forma de evangelismo e louvor a Deus sem problemas. A sociedade cristã aceita muito mais hoje do que antes, ainda mais com a força que os negros e sua cultura representam dentro das igrejas.
PCG- O OSK é também um dos produtores da festa black Gospel Beat. Fale um pouco sobre.
OSK- Foi algo posto por Deus em nosso coração para acolher todos aqueles que curtem black music gospel e não têm aonde se reunir para curtir o som. Temos dois objetivos básicos: Espiritual e Profissional.
Espiritual: é simplesmente juntar a galera black para levá-los a conhecer a Deus, mostrar que ser fiel a Deus não é sinônimo de "caretice". Que você pode curtir um bom som, uma boa musica e que gente bonita também ama a Deus.
Profissional: criar uma cena black gospel no Rio de Janeiro. Não temos grandes pretensões. Queremos apenas fazer nossa parte. Identificar talentos, criar oportunidades de eventos e shows. Contribuir para que a cena aconteça e se fortaleça.
PCG- Mudando um pouco o curso da conversa: no início desse mês, o Projeto Vida Nova de Irajá promoveu um debate, no qual você esteve presente como espectador, cujo tema "Hip-hop – Que Movimento É esse"?, em dado momento discutiu a relação entre os estilos secular e gospel dividindo os pontos de vista dos debatedores quanto a presença de jovens cristãos em eventos seculares e o envolvimento de rappers cristãos nestes. Como o REP se coloca diante destes fatos?
OSK- Vamos por partes. Cristo fez a seguinte oração: “Não peço para que os tire do mundo, mas os livre do mal”... Em outra passagem bíblica Ele fala: “Vós sois a luz do mundo”... e termina dizendo que “nenhuma lâmpada foi feita para ficar debaixo da cama e sim, no ponto mais alto para iluminar a todos que estão na casa”. O R.E.P tem a seguinte postura de viver e agir por objetivos: Acho que os jovens evangélicos deveriam ir sim nesse tipo de eventos com o objetivo evangelístico. Com o intuito de salvar ou impactar um amigo. O problema em si não é o evento, mas a postura que esse jovem terá lá. O próprio Cristo não andava somente nas sinagogas ou templos da época, mas sim com as pessoas que necessitavam ouvir a mensagem de salvação. Ir por ir, acho que não vale a pena, porque esse jovem corre o risco de não influenciar e sim ser influenciado. Sobre tocar nesses eventos, não vejo problema algum, desde que eu possa fazer meu trabalho completo. Ou seja, falar de Deus e da mensagem da salvação em dado momento do show. Ir apenas para fazer o show e ganhar o cachê prefiro ficar em casa pois não estarei cumprindo a missão que Deus me deu.
PCG- Agora vamos falar do seu trabalho atual. Além de rapper você é também produtor musical e assina com o nome "Visio". Existe uma explicação específica para essa mudança de identidade?
OSK- Visio é abreviatura de Visionário. E é o que busco ser quando estou produzindo. Criar músicas não olhando apenas para o agora, ou seja, o momento que o rapper está compondo ou colocando a voz. Não me limito apenas ao momento que sou contratado ou até receber meu pagamento. Tento ver além; ver o resultado da música na pista; a reação do público, do dj ao executar, do artista sendo reconhecido. Porque sem isso meu trabalho seria em vão. Acho que isso é um dom dado por Deus para mim, de me fazer ter essa visão, ser um Visionário.
PCG- Atualmente você está produzindo a bossarap de "Vinícius Terra" e co-produzindo o trabalho de “Nelboy Dastha Burtha”. Como está sendo trabalhar simultaneamente com dois conceitos distintos?
OSK - Tem sido um ótimo desafio. Os resultados têm sido excelentes, diferenciados. Vejo eles atendendo o objetivo e agradando o público. O desafio com o Vinícius é fazer músicas para pista com samples de bossa. Demanda uma pesquisa musical muito grande, casamento de beats e samples; tem sido ótimo trabalhar com ele! Já o trabalho do Nelboy leva para outro lado. Ele tem super-idéias! Cabe a mim fazê-las acontecer criando um paralelo entre as idéias dele, esmiuçar e transformar em “hit” sem decepcioná-lo ou fazer que a música perca a identidade que ele criou. Além do trabalho deles estou produzindo o trabalho do Dom Negrone e do rapper gospel Fydell.
PCG- O DJ "W" o acompanha nestas produções?
OSK- Quase sempre. A distância de nossas residências impede que trabalhemos totalmente em parceria. Na maioria dos casos eu faço as produções sozinho. Mas as produções sempre passam pela opinião dele e quando ele está presente sempre acrescenta e muito. Como DJ, ele sabe o que o público quer ouvir.
PCG- E quanto ao álbum do grupo, como está sendo preparado?
OSK- Estamos com oito faixas prontas para um álbum de 13. Passeamos por todas nossas influências black e terá a participação do Francisco J’C, Fydell, R.B e Loco (Manuscritos), Jorginho Cabeção (ex-REP e Família CDD), Gospel Beat Vozes e Grooves entre outros.
PCG- Vocês lançaram o single "Mão Pra Cima", que já está sendo executado
pelo "DJ Marcelo Araújo" da Manchete FM. Comente um pouco sobre esta
música.
OSK- Essa música tem uma história muito interessante. A compus para entrar no álbum de um rapper gospel carioca chamado Profeta LMC, mas não tivemos a oportunidade de gravá-la. Ficou na gaveta até o dia que decidi que incluiríamos no nosso CD. Produzi o beat, mas o refrão não estava ideal. Foi quando o DJ “A” sugeriu que eu convidasse o Nelboy para fazê-lo. Foi o Boom! A música chegou no ponto que queríamos! Além do DJ Marcelo Araújo, o DJ Boneco está executando ela na Boate Six.
PCG- O grupo está na cena independente. É por enquanto ou seria também uma
questão de postura?
OSK- Se uma gravadora que respeite nosso trabalho, nossa filosofia e não queira apenas explorar, com uma estratégia de divulgação boa e competente, não seria hipócrita de dizer que não fecharia o contrato. Mas hoje é difícil acreditar nas grandes gravadoras. Os selos independentes mostram que são a saída. No momento estamos fazendo o caminho mais difícil, fazendo por nossas próprias forças e principalmente com a ajuda Divina.
PCG- Muitos rappers têm aderido ao gospel, o que significa um aumento assustador nos últimos três anos no Brasil. Isto não seria talvez pelo motivo de muitos pensarem que o lado de cá é mais promissor que o lado de lá?
OSK- Alguns podem estar fazendo isso, mas quem somos nós para julgar. Pelos frutos vamos ver quem é quem. Cabe a Deus fazer justiça. Espero que eles saibam bem o que estão fazendo. Fazer gospel não é apenas cantar ou rimar. É viver! Isso é que fará a diferença. Quem está vindo para cá a procura de fama e sucesso, pode até conquistar, mas do que adianta ter CD de platina se não será aprovado por Deus e sofrer pela eternidade...?
PCG- O REP começou assistenciando menores infratores em casas de recuperação. Neste caso, como vocês observam este hip-hop de hoje em sua ação social?
OSK- Há ainda alguns poucos heróis que fazem pelo social, mas em sua grande maioria vejo o hip-hop se preocupando apenas com o “mainstream”. Na verdade não acho que o hip-hop tenha essa responsabilidade, mas sim todos nós como cidadãos. O hip-hop é uma arma que pode ser usada nesse trabalho, assim como o samba, o jazz, o esporte. Poucos artistas fazem pelo social, pela sua comunidade, pelo menor carente ou pelo menor infrator. Acho que todos deveriam ser um pouco mais atenciosos pela necessidade do outro e não apenas egoístas. Vejo infelizmente muitos hipócritas que ficam com esse discurso que estão no hip-hop para ajudar e tal e depois mudam. Fala-se muito que a culpa é do governo, dos políticos mas e nós? O que estamos fazendo? Falar é fácil, agir é outra história...
Saiba mais:
OSK- (21) 3822-2483 / 8862-9578
DJ “W”- 3756-2523 / 8815-9045
www.gospelbeat.com.br
gospelbeat@gospelbeat.com.br
Sobre Rap Gospel:
Godspell Livraria - Rua 1o de Março, 08 – Centro
Fone: (21)2509-4628
comercial@bvfilms.com.br
www.bvfilms.com.br
TR.
Portal Campo Grande- Como foi o seu primeiro contato com o rap?
OSK- Conheci o rap através de uma tia que retornava dos E.U.A e trouxe vários CDs do gênero, inclusive os pioneiros do gênero no Gospel: DC Talk e D.O.C. Mais tarde conhecendo TR e o Frio Bira, é que vim entender o sentido do rap, conhecer a cultura hip-hop e me aprofundar de verdade.
PCG- O REP veio de uma época em que muitas igrejas abominavam o desconhecido. Pelo fato de vocês serem os pioneiros do estilo gospel no Rio, houve em algum momento algum empecilho por parte de seu pastor no desenvolvimento do seu trabalho?
OSK- Houve e muito. Pra você ter uma idéia eu nunca me apresentei na igreja que éramos membros quando começamos. Mas graças a Deus fomos muito ajudados por um dos pastores da Igreja, o Pastor Selmo Reis, carinhosamente chamado por nós como "Pastor Black". Já passamos por situações de pedirem para não cantarmos mais porque não estava agradando, ou o pastor local ironizar o que fazíamos ao invés de nos apoiar. Passamos por muitas coisas, mas com apoio de Deus e muita oração superamos essas dificuldades.
PCG- E hoje, como está essa relação das igrejas cariocas com os grupos de rap?
OSK- Há uma parcela tradicional que ainda torce o nariz. Pode-se dizer que 70 % das igrejas aceitam o rap como forma de evangelismo e louvor a Deus sem problemas. A sociedade cristã aceita muito mais hoje do que antes, ainda mais com a força que os negros e sua cultura representam dentro das igrejas.
PCG- O OSK é também um dos produtores da festa black Gospel Beat. Fale um pouco sobre.
OSK- Foi algo posto por Deus em nosso coração para acolher todos aqueles que curtem black music gospel e não têm aonde se reunir para curtir o som. Temos dois objetivos básicos: Espiritual e Profissional.
Espiritual: é simplesmente juntar a galera black para levá-los a conhecer a Deus, mostrar que ser fiel a Deus não é sinônimo de "caretice". Que você pode curtir um bom som, uma boa musica e que gente bonita também ama a Deus.
Profissional: criar uma cena black gospel no Rio de Janeiro. Não temos grandes pretensões. Queremos apenas fazer nossa parte. Identificar talentos, criar oportunidades de eventos e shows. Contribuir para que a cena aconteça e se fortaleça.
PCG- Mudando um pouco o curso da conversa: no início desse mês, o Projeto Vida Nova de Irajá promoveu um debate, no qual você esteve presente como espectador, cujo tema "Hip-hop – Que Movimento É esse"?, em dado momento discutiu a relação entre os estilos secular e gospel dividindo os pontos de vista dos debatedores quanto a presença de jovens cristãos em eventos seculares e o envolvimento de rappers cristãos nestes. Como o REP se coloca diante destes fatos?
OSK- Vamos por partes. Cristo fez a seguinte oração: “Não peço para que os tire do mundo, mas os livre do mal”... Em outra passagem bíblica Ele fala: “Vós sois a luz do mundo”... e termina dizendo que “nenhuma lâmpada foi feita para ficar debaixo da cama e sim, no ponto mais alto para iluminar a todos que estão na casa”. O R.E.P tem a seguinte postura de viver e agir por objetivos: Acho que os jovens evangélicos deveriam ir sim nesse tipo de eventos com o objetivo evangelístico. Com o intuito de salvar ou impactar um amigo. O problema em si não é o evento, mas a postura que esse jovem terá lá. O próprio Cristo não andava somente nas sinagogas ou templos da época, mas sim com as pessoas que necessitavam ouvir a mensagem de salvação. Ir por ir, acho que não vale a pena, porque esse jovem corre o risco de não influenciar e sim ser influenciado. Sobre tocar nesses eventos, não vejo problema algum, desde que eu possa fazer meu trabalho completo. Ou seja, falar de Deus e da mensagem da salvação em dado momento do show. Ir apenas para fazer o show e ganhar o cachê prefiro ficar em casa pois não estarei cumprindo a missão que Deus me deu.
PCG- Agora vamos falar do seu trabalho atual. Além de rapper você é também produtor musical e assina com o nome "Visio". Existe uma explicação específica para essa mudança de identidade?
OSK- Visio é abreviatura de Visionário. E é o que busco ser quando estou produzindo. Criar músicas não olhando apenas para o agora, ou seja, o momento que o rapper está compondo ou colocando a voz. Não me limito apenas ao momento que sou contratado ou até receber meu pagamento. Tento ver além; ver o resultado da música na pista; a reação do público, do dj ao executar, do artista sendo reconhecido. Porque sem isso meu trabalho seria em vão. Acho que isso é um dom dado por Deus para mim, de me fazer ter essa visão, ser um Visionário.
PCG- Atualmente você está produzindo a bossarap de "Vinícius Terra" e co-produzindo o trabalho de “Nelboy Dastha Burtha”. Como está sendo trabalhar simultaneamente com dois conceitos distintos?
OSK - Tem sido um ótimo desafio. Os resultados têm sido excelentes, diferenciados. Vejo eles atendendo o objetivo e agradando o público. O desafio com o Vinícius é fazer músicas para pista com samples de bossa. Demanda uma pesquisa musical muito grande, casamento de beats e samples; tem sido ótimo trabalhar com ele! Já o trabalho do Nelboy leva para outro lado. Ele tem super-idéias! Cabe a mim fazê-las acontecer criando um paralelo entre as idéias dele, esmiuçar e transformar em “hit” sem decepcioná-lo ou fazer que a música perca a identidade que ele criou. Além do trabalho deles estou produzindo o trabalho do Dom Negrone e do rapper gospel Fydell.
PCG- O DJ "W" o acompanha nestas produções?
OSK- Quase sempre. A distância de nossas residências impede que trabalhemos totalmente em parceria. Na maioria dos casos eu faço as produções sozinho. Mas as produções sempre passam pela opinião dele e quando ele está presente sempre acrescenta e muito. Como DJ, ele sabe o que o público quer ouvir.
PCG- E quanto ao álbum do grupo, como está sendo preparado?
OSK- Estamos com oito faixas prontas para um álbum de 13. Passeamos por todas nossas influências black e terá a participação do Francisco J’C, Fydell, R.B e Loco (Manuscritos), Jorginho Cabeção (ex-REP e Família CDD), Gospel Beat Vozes e Grooves entre outros.
PCG- Vocês lançaram o single "Mão Pra Cima", que já está sendo executado
pelo "DJ Marcelo Araújo" da Manchete FM. Comente um pouco sobre esta
música.
OSK- Essa música tem uma história muito interessante. A compus para entrar no álbum de um rapper gospel carioca chamado Profeta LMC, mas não tivemos a oportunidade de gravá-la. Ficou na gaveta até o dia que decidi que incluiríamos no nosso CD. Produzi o beat, mas o refrão não estava ideal. Foi quando o DJ “A” sugeriu que eu convidasse o Nelboy para fazê-lo. Foi o Boom! A música chegou no ponto que queríamos! Além do DJ Marcelo Araújo, o DJ Boneco está executando ela na Boate Six.
PCG- O grupo está na cena independente. É por enquanto ou seria também uma
questão de postura?
OSK- Se uma gravadora que respeite nosso trabalho, nossa filosofia e não queira apenas explorar, com uma estratégia de divulgação boa e competente, não seria hipócrita de dizer que não fecharia o contrato. Mas hoje é difícil acreditar nas grandes gravadoras. Os selos independentes mostram que são a saída. No momento estamos fazendo o caminho mais difícil, fazendo por nossas próprias forças e principalmente com a ajuda Divina.
PCG- Muitos rappers têm aderido ao gospel, o que significa um aumento assustador nos últimos três anos no Brasil. Isto não seria talvez pelo motivo de muitos pensarem que o lado de cá é mais promissor que o lado de lá?
OSK- Alguns podem estar fazendo isso, mas quem somos nós para julgar. Pelos frutos vamos ver quem é quem. Cabe a Deus fazer justiça. Espero que eles saibam bem o que estão fazendo. Fazer gospel não é apenas cantar ou rimar. É viver! Isso é que fará a diferença. Quem está vindo para cá a procura de fama e sucesso, pode até conquistar, mas do que adianta ter CD de platina se não será aprovado por Deus e sofrer pela eternidade...?
PCG- O REP começou assistenciando menores infratores em casas de recuperação. Neste caso, como vocês observam este hip-hop de hoje em sua ação social?
OSK- Há ainda alguns poucos heróis que fazem pelo social, mas em sua grande maioria vejo o hip-hop se preocupando apenas com o “mainstream”. Na verdade não acho que o hip-hop tenha essa responsabilidade, mas sim todos nós como cidadãos. O hip-hop é uma arma que pode ser usada nesse trabalho, assim como o samba, o jazz, o esporte. Poucos artistas fazem pelo social, pela sua comunidade, pelo menor carente ou pelo menor infrator. Acho que todos deveriam ser um pouco mais atenciosos pela necessidade do outro e não apenas egoístas. Vejo infelizmente muitos hipócritas que ficam com esse discurso que estão no hip-hop para ajudar e tal e depois mudam. Fala-se muito que a culpa é do governo, dos políticos mas e nós? O que estamos fazendo? Falar é fácil, agir é outra história...
Saiba mais:
OSK- (21) 3822-2483 / 8862-9578
DJ “W”- 3756-2523 / 8815-9045
www.gospelbeat.com.br
gospelbeat@gospelbeat.com.br
Sobre Rap Gospel:
Godspell Livraria - Rua 1o de Março, 08 – Centro
Fone: (21)2509-4628
comercial@bvfilms.com.br
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REP GOSPEL
Existe muitos meios de evangelização nos dias de hoje e a música é uma das principais formas de se evangelizar e alcançar varios tipos de pessoas.
Quando se fazem shows geralmente são frequentados por pessoas mundanas e se esses shows forem feitos fora da igreja essas pessoas aumentam ,como os drogados ,casais de namorados etc..
muitas dessas pessoas praticam seus atos normalmente nos shows ex: fumam maconha ,bebem e namoram.
isso acontece em qualquer show gospel que for realizado fora da igreja,e se você duvida quando for em um ,dá uma olhadinha em volta do show que você vai ver ,mais quando se fala de show de REP ai vem a discriminação ,porque o rep tem atraido mais jovens mundanos ,essa é a verdade.
A pergunta é os crentes convertidos que gostam de rep,podem frequentar esses shows misturados e presenciando atos mundanos e se frequentarem podemos critica-los ou penaliza-los ?
Quando se fazem shows geralmente são frequentados por pessoas mundanas e se esses shows forem feitos fora da igreja essas pessoas aumentam ,como os drogados ,casais de namorados etc..
muitas dessas pessoas praticam seus atos normalmente nos shows ex: fumam maconha ,bebem e namoram.
isso acontece em qualquer show gospel que for realizado fora da igreja,e se você duvida quando for em um ,dá uma olhadinha em volta do show que você vai ver ,mais quando se fala de show de REP ai vem a discriminação ,porque o rep tem atraido mais jovens mundanos ,essa é a verdade.
A pergunta é os crentes convertidos que gostam de rep,podem frequentar esses shows misturados e presenciando atos mundanos e se frequentarem podemos critica-los ou penaliza-los ?
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